Extinção do dinheiro Físico

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Fim dos tempos

http://verdademundial.com.br/2014/06/aaron-russo-rockefellers-sabiam-do-11-de-setembro/

Que amor de filha kkk

Meu amigo irmão João

Camila Barros

Tire suas próprias conclusões

Cantora Ozenilda Soares-Mais grato a ti

Vizite o site!

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Israel propõe trégua na fronteira de Gaza

Luana Rodrigues

Luana Rodigues

Pr. Elizeu Rodrigues/2018

Pr.Elizeu Rodrigues-Anônimos e Avivados

Tire suas propria conclusão

8 defeitos de uma pessoa que a fastam de Deus

 

Sabe qual é a única pessoa que pode te impedir de viver perto de Deus e de conquistar tudo aquilo que Ele quer para a tua vida? Você. Não é aquela pessoa que faz questão de ser uma pedra no seu sapato, não é o patrão que não te dá oportunidades, nem mesmo o diabo.

Quando nós temos o desejo genuíno de nos aproximarmos de Deus, nada nem ninguém pode nos afastar d’Ele! Apesar disso, existem algumas atitudes erradas que nós podemos ter e que nos afastam de Deus e da Sua vontade para nós. Evite os seguintes comportamentos se você quer ficar bem perto de Deus!

1-Preguiça
A preguiça pode te impedir de conhecer melhor a Deus

Deus é um Deus de ação e por isso Ele se alegra quando vê que damos passos de fé e estamos prontos a agir. A Bíblia fala claramente contra a preguiça e o mal que ela pode causar nas nossas vidas (Provérbios 6:9-11).

A preguiça não prejudica apenas o nosso desenvolvimento pessoal e financeiro, mas pode ser fatal para a nossa vida espiritual. Por exemplo, a preguiça pode nos impedir de orar e de ler a Bíblia, o que nos deixa frios espiritualmente, ou seja, mais distantes de Deus.

Faça um esforço, estabeleça um plano e separe um tempo para orar e ler a Palavra. Não é sábio querer começar orando e lendo a Bíblia durante 2 horas, mas comece com 10 minutos por dia e vá aumentando aos poucos. Com o passar do tempo, Deus vai trabalhar na sua vida e você vai se sentir mais forte e mais perto d’Ele.

2-Fofoca
Fofocar é uma atitude reprovável na Bíblia

A fofoca é falar sobre aspetos da vida de uma ou mais pessoas sem o seu consentimento. Pode ser revelar segredos de alguém ou até mesmo inventar histórias sobre outras pessoas. Essa atitude normalmente causa discórdia e desunião entre as pessoas, e por isso é um pecado perante Deus. Por esse motivo, a Bíblia nos adverte a não fofocar (2 Timóteo 2:16) e a evitar pessoas fofoqueiras (Provérbios 20:19).

Mesmo que uma pessoa esteja cometendo um erro, falar sobre isso nas costas com outras pessoas não vai ajudar nessa situação. Deus conhece a intenção do nosso coração, e se queremos realmente ajudar, podemos falar diretamente com a pessoa, ou então simplesmente orar por ela. Se as nossas palavras não servem para edificar, é melhor não dizer nada (Efésios 4:29).

3-Inveja
A inveja nos impede de viver o melhor de Deus nas nossas vidas

A inveja é uma das obras da carne que são descritas em Gálatas (Gálatas 5:21), o que significa que é um pecado e algo que devemos eliminar das nossas vidas se queremos viver perto de Deus. Ter inveja de alguém é querer ter algo que não é nosso, e isso muitas vezes causa um sentimento de desgosto quando alguém é bem sucedido em determinada área da sua vida.

Um dos segredos da felicidade (e a melhor forma para combater a inveja) é o contentamento (Filipenses 4:12). Devemos dar graças a Deus em todas as circunstâncias e não cobiçar as conquistas dos outros. Isso não significa que você não deve lutar para melhorar as suas condições de vida, mas que você tem que aprender a glorificar a Deus mesmo quando as coisas não correm do jeito que você gostaria (Habacuque 3:17-18).

Você quer aprender a combater a inveja? Então leia aqui: como lidar com a inveja?

4-Egoísmo
Deus tem poder para mudar um coração egoísta

Alguém já te disse: “O mundo não gira à sua volta”? Se a resposta é sim, provavelmente você estava tendo um comportamento egoísta. O egoísmo faz com que pensemos apenas em nós próprios e não nos preocupemos com aqueles que estão à nossa volta.

O oposto de egoísmo é altruísmo e Jesus é o maior exemplo altruísta que podemos ter. Ele não pensou n’Ele próprio, mas pensou em cada um de nós, tendo ido até à cruz, onde morreu pelos nossos pecados, reconciliando com Deus todos os que acreditam no Seu sacrifício.

A Bíblia nos confronta a amar os outros como a nós mesmos (Mateus 22:39) e a considerar os outros superiores a nós (Filipenses 2:3-4). Mas para isso acontecer, temos que amar a Deus em primeiro lugar e deixar que o Seu amor perfeito transforme as nossas vidas, eliminando todos os vestígios de egoísmo.

5-Ganância
Quem é ganancioso entristece a Deus

A Bíblia é muito clara: o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1 Timóteo 6:10). Algumas pessoas interpretam erradamente esta passagem bíblica, dizendo que “o dinheiro é a raiz de todos os males”. Mas ter dinheiro não é o problema. O dinheiro é algo neutro: pode ser usado para fazer coisas boas ou más.

A Bíblia fala de vários homens com temor a Deus que eram bastante prósperos em termos de bens, como Jó e Abraão. O problema é quando nós amamos o dinheiro em primeiro lugar e não a Deus.

O próprio Jesus disse que não é possível servir a Deus e ao dinheiro (Lucas 16:13). Quando nós amamos o dinheiro, Deus perde a importância nas nossas vidas. Algumas das maiores atrocidades cometidas neste mundo são cometidas graças ao amor ao dinheiro.

Ame a Deus acima de todas as coisas e não deixe o dinheiro controlar a sua vida e sentimentos e dessa forma você estará mais próximo de Deus.

6-Ira descontrolada
A ira descontrolada e prolongada não é de Deus

Um momento de descontrole e ira pode ser suficiente para destruir vidas, a sua e a de outras pessoas. A ira em si não é um pecado, porque a Bíblia diz que é possível nos irarmos sem pecar (Efésios 4:26). Há momentos na nossa vida em que é normal nos irarmos com alguma situação. Até Jesus se irou quando viu que os mercadores faziam negócio na casa do Seu Pai.

O grande problema é quando a ira vem de forma prolongada e descontrolada. Quando a ira controla a nossa vida, nos afastamos de Deus. A mansidão é um dos aspetos do fruto do Espírito e através dela nós podemos impedir que a nossa ira se transforme em pecado.

A Palavra de Deus manda que sejamos pacificadores e mansos com as pessoas à nossa volta (Tito 3:2).

7-Imoralidade sexual
Quem pratica imoralidade sexual se afasta de Deus

O nosso corpo é o templo do Espírito Santo e quando praticamos algum tipo de imoralidade sexual está pecando contra o próprio corpo, profanando a moradia do Espírito Santo (1 Coríntios 6:18-19) e causando uma separação em relação a Deus.

A imoralidade sexual consiste em pecados sexuais. O sexo não é uma coisa má, foi criado por Deus para ser vivido entre duas pessoas casadas. Por ser o criador da sexualidade, Deus determina a maneira correta de ser vivida. Qualquer atividade sexual praticada fora do casamento é imoralidade sexual, ou seja, é pecado.

Precisamos viver cheios do Espírito Santo que nos concede o domínio próprio para conseguir resistir às tentações e fugir da imoralidade sexual.

8-Idolatria
A Bíblia condena a idolatria

Muitas pessoas não entendem o conceito de idolatria, dizendo que idolatria é apenas o ato de adorar alguma imagem ou outro Deus. Mas a verdade é que a idolatria pode ser algo bem mais sutil (e por isso mais perigoso). Idolatria é colocar alguma coisa ou alguma pessoa no lugar de Deus.

Um ídolo não necessariamente é uma estátua, pode ser o seu pai, mãe, marido, esposa, filho, filha, pastor, etc. Qualquer pessoa que assume a importância que só Deus merece ter está originando idolatria nas nossas vidas.

Podemos não nos curvar fisicamente perante outros deuses ou estátuas, mas muitas vezes colocamos a nossa esperança e a nossa confiança em coisas que não são Deus, como a estabilidade financeira ou mesmo a família. Deus não divide a Sua glória com ninguém, porque isso coloque Deus sempre em primeiro lugar na sua vida e Ele acrescentará tudo o resto que você precisar (Mateus 6:33)!

Para refletir
Depois de ler estes defeitos, será que há algum que faz parte da sua vida? Ore e peça a Deus para sondar o seu coração, pois Ele te conhece e quer estar bem perto de você. Se você se identificou em algum desses defeitos, peça perdão e volte para o Pai, que está de braços abertos para te receber!

Jesus casau e teve filhos?

Não, Jesus não casou nem teve filhos. Jesus se manteve solteiro durante toda sua vida. Não há nenhuma evidência real que Jesus foi casado ou teve filhos.

A idéia que Jesus casou e teve filhos vem de alguns manuscritos escritos vários séculos depois do tempo de Jesus. Esses manuscritos não são de confiança porque:

Foram escritos muito tempo depois – os manuscritos mais antigos que existem, sugerindo que Jesus era casado e teve filhos, foram escritos pelo menos 300 anos depois de Cristo, por pessoas que não tiveram nenhum contato com Jesus ou seus discípulos! Os manuscritos mais antigos dos evangelhos na Bíblia datam de poucas décadas depois de Cristo e os autores eram próximos de Jesus e dos apóstolos (2 Pedro 1:16).
São poucos – existe apenas uma cópia antiga de cada manuscrito que sugere que Jesus casou e teve filhos. Isso indica que não eram populares podem ser fraudulentos. Por outro lado, existem dezenas de cópias antigas dos evangelhos!
São inconsistentes – os manuscritos que dizem que Jesus casou e teve filhos têm vários erros sobre o tempo de Jesus e todos se contradizem sobre a vida de Jesus. Também apresentam filosofias que só surgiram muito tempo depois da vida de Jesus. Os evangelhos não se contradizem e são historicamente corretos.
São mal interpretados – muitos manuscritos nem sequer dizem que Jesus era casado! Escritores e “estudiosos” constantemente exageram seus achados para ganhar popularidade e vender bem. Eles chegam a inventar “revelações”, apresentando mentiras como verdades.

Existem muitos mais problemas com os manuscritos que dizem que Jesus era casado e teve filhos. Não temos razão para acreditar neles. Não há nenhum registro antigo de confiança que diz que Jesus casou e teve filhos.

O que a Bíblia diz sobre a família de Jesus?
A Bíblia não diz que Jesus era casado. A Bíblia fala sobre o pai, a mãe e os irmãos de Jesus mas nunca fala que ele tinha esposa ou filhos. Antes de morrer, Jesus garantiu o cuidado de sua mãe mas não fez nada para cuidar de sua suposta esposa (João 19:26-27). O silêncio total sobre a vida conjugal de Jesus nos evangelhos é sinal que ele não era casado.

Jesus era totalmente dedicado ao seu ministério. Ele não tinha tempo para se dedicar a sustentar uma família. Jesus sabia que iria ficar pouco tempo na terra (João 13:33). Formar família teria sido irresponsável, porque teria deixado sua esposa e filhos sem sustento.

Uma profecia sobre o Messias diz que ele seria morto e não teria descendentes (Isaías 53:7-8). O Novo Testamento diz que Jesus cumpriu essa profecia (Atos dos Apóstolos 8:33-35). Jesus não casou e não deixou descendentes.

Quem foi Maria Madalena?

Maria Madalena foi uma seguidora de Jesus. Ela ajudava a sustentar Jesus durante seu ministério. Maria Madalena ficou conhecida por ser a primeira pessoa que viu Jesus depois que ressuscitou.

Jesus se dedicou a tempo inteiro ao seu ministério. Ele não tinha outro emprego, que lhe desse dinheiro. Ele e os apóstolos viviam das ofertas de outros seguidores. Muita ajuda financeira veio de mulheres de posses, entre as quais Maria Madalena, de quem Jesus tinha expulsado sete demônios (Lucas 8:1-3).

Maria Madalena, junto com outras mulheres, seguia Jesus por onde ele ia para pregar. Ela estava presente quando ele foi crucificado, chorou sua morte e viu onde ele foi sepultado (Marcos 15:40-41). No domingo, Maria Madalena foi uma das mulheres que foi para o túmulo para ungir o corpo de Jesus.

Chegando ao túmulo, Maria Madalena viu que estava aberto e o corpo de Jesus não estava lá. Um anjo apareceu e contou a Maria Madalena e às outras mulheres que Jesus tinha ressuscitado (Mateus 28:5-7). Elas então foram contar aos apóstolos.

Pedro e João decidiram ir ver o túmulo vazio. Maria Madalena foi com eles e ficou para trás, chorando, quando foram embora. Então alguém lhe apareceu e perguntou porque ela estava chorando. Pensando que era o jardineiro, Maria Madalena explicou que alguém tinha roubado o corpo de Jesus. O homem chamou Maria pelo nome e ela olhou para ele e viu que era Jesus! – João 20:15-16

Maria Madalena, cheia de surpresa, se agarrou aos pés de Jesus. Ele deu a Maria Madalena a missão de contar aos discípulos que ele estava vivo (João 20:17-18). Maria cumpriu sua missão mas, de início os discípulos não acreditaram nos relatos dela e das outras mulheres. Depois, quando Jesus lhes apareceu, os discípulos viram que era verdade.

A Bíblia não fala mais nada sobre a vida de Maria Madalena.

Maria Madalena era prostituta?
A Bíblia não diz que ela era prostituta. Apenas diz que Jesus expulsou sete demônios dela. Ao longo do tempo, algumas pessoas misturaram a história de Maria Madalena com a história da mulher pecadora que ungiu Jesus e com a mulher adúltera que Jesus perdoou. Mas não existe razão na Bíblia para acreditar que eram todas a mesma pessoa. Maria Madalena não era a única mulher que seguia Jesus.

Maria Madalena se casou com Jesus?
Não, Maria Madalena não se casou com Jesus. Outros parentes de Jesus são mencionados e ela com certeza teria mais relevância na Bíblia se fosse esposa dele. Quando viu Jesus, Maria Madalena o chamou de Mestre (ou Professor), não de marido!

Havia muitas mulheres chamadas Maria e, para as diferenciar, se dizia com quem eram casadas, quem eram seus filhos ou de onde vinham. Se Maria fosse esposa de Jesus, essa seria a melhor forma de a diferenciar. Mas ela ficou conhecida como Madalena, porque vinha de um lugar chamado Magdala. Certamente havia mais de uma Maria em Magdala.

As lendas sobre seu casamento surgiram muito mais tarde, com histórias inventadas por pessoas que nunca conheceram nem Maria Madalena, nem Jesus, nem ninguém próximo de qualquer pessoa da Bíblia.

Quem foi Rebeca na Bíblia?

Rebeca foi a esposa de Isaque e a mãe de Jacó e Esaú. Ela foi escolhida por Deus para continuar a descendência de Abraão.

Rebeca e Isaque

Depois que Sara morreu, Abraão procurou uma esposa para seu filho Isaque. Abraão não queria que Isaque se casasse com uma mulher de Canaã, que servia a outros deuses. Por isso, ele enviou seu servo mais velho a sua terra natal para encontrar uma mulher entre seus parentes (Gênesis 24:1-4).

Quando o servo chegou à cidade, ele orou a Deus, pedindo um sinal para saber quem era a mulher certa. Nesse momento Deus lhe concedeu o sinal que tinha pedido: uma moça tirou água do poço para ele e seus dez camelos (Gênesis 24:19-21). A moça se chamava Rebeca e era parente de Abraão.

O servo deu presentes a Rebeca e ela contou tudo a sua família, que recebeu o servo em sua casa. O servo explicou que procurava uma esposa para Isaque e pediu para levar Rebeca. A família de Rebeca consentiu mas queria algum tempo para se despedir. O servo queria ir embora logo, por isso perguntaram a Rebeca se ela queria ir. Rebeca disse que sim, sem hesitar, então partiram (Gênesis 24:57-59).

Quando estavam chegando, um homem foi ao seu encontro. Rebeca perguntou ao servo quem ele era e ele disse que era Isaque. Então Rebeca se cobriu com um véu, por modéstia. Isaque se casou com Rebeca e a amou muito (Gênesis 24:65-67).

Rebeca e Jacó

Rebeca não podia ter filhos, então Isaque orou e, 20 anos depois, ela engravidou. Havia gêmeos dentro de Rebeca, que se empurravam dentro de sua barriga. Rebeca perguntou a Deus o que estava acontecendo. Ele lhe revelou que seus dois filhos iriam se tornar em duas nações e que o mais velho serviria ao mais novo (Gênesis 25:22-23).

Quando Rebeca deu à luz, o primeiro filho foi chamado Esaú, que significa peludo. O segundo filho saiu agarrado ao calcanhar do irmão. Ele ganhou o nome de Jacó. Esaú se tornou o favorito de Isaque, porque caçava e seu pai gostava de comer sua caça. Jacó, que era mais pacato e ficava mais em casa, era o favorito de Rebeca (Gênesis 25:27-28). Isso gerou muitos problemas na família.

Quando Isaque estava velho e cego, ele chamou Esaú para lhe dar a bênção de filho mais velho. Quando Esaú saiu para caçar comida para receber a bênção do pai, Rebeca chamou Jacó para tomar a bênção pelo engano. Ela preparou comida para Isaque, vestiu Jacó com as roupas de seu irmão e colocou peles de cabrito em seus braços para se parecer com Esaú (Gênesis 27:15-17). Jacó levou a comida a seu pai e o enganou, recebendo a bênção do filho mais velho.

Rebeca ouviu que Esaú ficou com raiva e queria matar Jacó. Então, ela disse a Isaque que Jacó precisava de uma esposa. As mulheres da região eram idólatras e causavam problemas, por isso Rebeca pediu para mandar Jacó para terra dela para encontrar uma esposa entre seus parentes, tal como o servo de Abraão tinha feito (Gênesis 27:46).

Rebeca salvou a vida de Jacó mas ela nunca mais o viu. Por causa de seu engano, Rebeca ficou sem seu filho favorito na sua velhice. Mas, no fim, Deus usou toda essa situação para abençoar Jacó, que se tornou pai das 12 tribos de Israel.

O que é o dia do Senhor?

O dia do Senhor é um dia de julgamento e justiça divina. O dia do Senhor normalmente se refere ao fim dos tempos. O dia do Senhor é também um nome para o domingo.

Várias profecias da Bíblia falam sobre o dia do Senhor. Esse dia está sempre associado ao julgamento e à retribuição (Obadias 1:15). No dia do Senhor os pecados serão punidos e Deus estabelecerá a justiça. Será um dia de destruição de tudo que é ruim e exaltação de tudo que é bom. Nesse dia, Deus será louvado por Sua justiça.

O dia do Senhor é o dia do Juízo Final. Cada um terá de prestar contas diante de Deus por aquilo que fez. Jesus voltará e a terra será destruída (2 Pedro 3:10). Quem ama e segue Jesus será poupado nesse dia mas quem não é salvo receberá o castigo de seus pecados. Será um dia terrível mas para os salvos será um dia de esperança e restauração (Joel 2:30-32).

Quando será o dia do Senhor?

A Bíblia diz que o dia do Senhor virá como um ladrão, quando não esperamos (1 Tessalonicenses 5:2). Por isso, não podemos saber quando vai acontecer. O dia do Senhor pode vir a qualquer momento, então devemos estar preparados.

 

Para não sermos apanhados de surpresa no dia do Senhor, devemos nos esforçar para viver como Deus quer, obedecendo a Ele e rejeitando o pecado (2 Pedro 3:11-14). Assim, não seremos envergonhados nesse dia.

O domingo é o dia do Senhor?

Sim, em Apocalipse 1:10 o dia do Senhor significa domingo. Os primeiros cristãos deixaram de observar o sábado mas se reuniam no primeiro dia da semana para louvar a Deus. O domingo foi escolhido porque foi o dia em que Jesus ressuscitou. Por isso, o domingo ficou conhecido como o dia do Senhor.

A agonia na Cruz

Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico.

O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.
O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra. Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus.

Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura.
Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado.
Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário.

Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheia de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas.
Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz.

Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas.

Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer.
Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos.

Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas.

Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado.
Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam-se à estaca vertical.
Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera.

A ponta cortante da grande coroa de espinhos penetram o crânio.

A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés.

Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede.

Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.
Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.

Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem.
A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.

Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá levar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável! Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas.

Todas as suas dores, a sede, as câimbras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”. Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre. Em meu lugar e no seu.

Momentos bons

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Pelos vales da sombra da morte

O rei Davi escreveu no Salmo 23 sobre sua passagem pelo vale da “sombra da morte”. Esta é provavelmente uma metáfora para as provações da vida em geral, ainda que também se aplica a uma pessoa que enfrenta sua própria morte ou a morte de um ente querido. Nesta vida enfrentamos provações.Estamos constantemente expostos a uma série de pressões. No entanto, podemos utilizar várias estratégias para diminuir os efeitos de uma tensa carga emocional. Aqui estão alguns passos eficazes:•Aprenda com as provações e sofrimentos, eles podem nos ajudar a adquirir novas habilidades. Jesus Cristo aprendeu pelas circunstâncias difíceis e experiências (Hebreus 5:8), e nós também podemos.• Conte suas bênçãos. Quando nos concentramos na dor, muitas vezes nos esquecemos de como a vida tem sido boa para nós. Paulo disse que devemos ser sempre gratos (Filipenses 4:6). Ele também explicou que o resultado de dar graças é uma “paz que excede todo entendimento” (vers. 7).• Não seja um prisioneiro de seu sofrimento, isso pode causar paralisia emocional. Precisamos permanecer ativos porque a inatividade é devastadora. Dr. Paul Brand, um especialista sobre o tema da dor, disse: “Quando eu confronto dor intensa, procuro atividades que irão me absorver totalmente mentalmente ou fisicamente, eu descobri que a distração consciente e a disciplina da atividade podem ser ferramentas úteis no combate à dor “(Paul Brand e Philip Yancey, O presente que Ninguém Quer, 1993, p. 254).• Encontre alguém com quem você pode compartilhar a sua carga. Muitas pessoas submetidas a duras provas cometem o erro de tentar lidar com elas sozinho. Nós precisamos de contato humano. “Melhor é serem dois do que um , mas ai daquele que está sozinho quando cai, porque ele não tem ninguém para ajudá-lo” (Eclesiastes 4:9-10).• Leve a vida um dia de cada vez. Pessoas que lutam contra depressão, conflitos emocionais e dificuldades em geral, geralmente, têm uma mentalidade auto-destrutiva. Suas emoções dizem que o sofrimento nunca vai acabar. Precisamos de uma atitude que percebe que estes momentos haverão de passar. Adote a perspectiva do salmista: “Este é o dia que o Senhor fez, regozijemo-nos e alegremo-nos nele” (Salmo 118:24), apesar de nossas dificuldades.• Não se frustre por questões insignificantes. Aprenda a solucionar problemas se estressando o minímo possível, ou não se estressando de modo algum.• Coma uma dieta equilibrada e nutritiva. Nossos corpos e mentes são muito menos capazes de lidar com o estresse e outras dificuldades se não fornecer-lhes os nutrientes de que precisam.• Exercite-se regularmente. Exercício adequado alivia o estresse, proporciona uma sensação de bem-estar e nos ajuda a dormir melhor, isso é importante para nosso contentamento e estabilidade mental.• Descanso regular e relaxamento. Deus ordenou para descansar (Êxodo 20:8-11). Nós também precisamos de tempo relaxante em uma base diária.• Desenvolva o senso de humor. “O coração alegre é bom remédio (Provérbios 17:22, NVI). Humor nos ajuda a superar as tensões. Viktor Frankl descobriu, enquanto estava preso em Auschwitz, que o humor é uma arma inata na luta pela sobrevivência . Rir é realmente um remédio eficaz.• Perceba que em última instância que todas as coisas estão nas mãos de Deus, Jesus em momento de grande dor, descansou em Deus: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lucas 23:46). David exorta-nos a “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele” (Salmo 37:5). A palavra hebraica traduzida por “confiar “ é ilustrada como a imagem de uma criança impotente se arremessando nos braços estendidos de seu pai .Ore e derrame-se diante de Deus, Ele ouve nossas preces e compreende nossa dor: ” Senhor, inclina Teus ouvidos para mim, livra-me depressa, sê o meu castelo forte, cidadela fortíssima que me salve” Salmo 31:2Procure ler a Bíblia, nem que seja por poucos minutos, A Palavra de Deus é bálsamo e orienta nas tomadas de decisões: “Estou aflitíssimo Senhor, vivifica-me segundo a Tua Palavra” Salmo 119:107.Deus o abençoe.

Sinais do Verdadeiro Natal

Lucas 2: 12-13No próximo domingo dia 25 de dezembro todos os asas comemorará mais um natal. Natal é uma data mais comemorada mundialmente, independente de classes, línguas, credos e idades, todas as pessoas no dia de sua própria religião. Já estão fora do ar e divulgado nos meios de comunicação, os quais são capazes de sintetizar o sinal do natal e a maneira correta de se comunicar.

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Na passagem do evangelho de Lucas (2: 12-13) a conversa sobre o nascimento de Jesus.

Esta passagem nos fala que os anjos deram um dicário aos pastores da cidade de Belém e do lugar onde se encontrava o local onde estava o recém-nascido Jesus. Os sinais do natal natal: Natal é uma mensagem de voz audível dos céus para os homens na terra.

Deus enviou os seus anjos para cima e para baixo, o som dos votos foi maior que o esperado e os pastoreos foram privilegiados ao ouvirem e testarem esse anuncio maravilhoso o nascimento do salvador. É uma hora que começa a manifestar-se e é um encontro com o homem.Natal é Cristo identificando-se com humano: A expressão é uma mostra humana com o nascer do dia.

No entanto, o verbo estava cozinhando e habitando entre nós Jesus o Filho de Deus. Aquele de sua faixa e sua glória para se tornar um de nós por amor. Interessante que em meio à multidão o nascer do sol passou despercebido como no natal em nossos dias os sinais são apenas artificiais.Natal é Cristo manifestando na simplicidade.

Deitado numa manjedoura expresso a mais profunda da simplicidade da pessoa de Cristo. O anjo afirmou que o menino esteve numa manjedoura, era o lugar onde colocava uma pastagem para os animais. O natal nos fala da simplicidade da pessoa de Jesus, que é majestoso teve a manjedoura como berço.

O poder do partido natal, que nada tem com as banquetes e festas regadas a bebidas, e os presentes que as pessoas dão é importante. Como no dia do nascimento de Jesus as pessoas estão desarquivadas e não estão realizando os seus próprios gestos de nascimento e nascimento.

O que podemos fazer que o natal é mais que a realidade da grandeza do natal que as bíblias nos ensina. Verificação e revisão.

Que Deus nos ajude amém.

As origens da doutrina da imortalidade da alma

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As origens da doutrina da “imortalidade da alma”Nós vimos no artigo: “Ressurreição ou vida imediatamente após a morte?” que a Bíblia apresenta clara e unanimemente que os mortos estão dormindo e não tem consciência. Apenas para clarear novamente eis alguma das passagens a este respeito:

Daniel 12:2 diz:“E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.”

A vida eterna começa não com a morte, mas com a ressurreição! Até aqueles que morreram estão no momento dormindo “no pó da terra”. Veja que Deus não diz a Daniel “e muitos daquelas almas estão agora no céu.”

Assim também com Paulo: ao falar aos tessalonicenses sobre a morte e a esperança que temos na ressurreição, ele falou sobre aqueles que estavam “dormindo:” Veja os termos que ele usa:

1 Tessalonicenses 4:13-16“Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemos-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro:”

A esperança de Paulo, a esperança que Deus nos deu em sua Palavra tem um nome: ressurreição. Em um tempo entre o agora e a ressurreição, alguns de nós, provavelmente todos (dependendo de quando o Senhor voltar – este tempo ninguém sabe) morreremos. Não entraremos em um estado de regozijo no céu ou paraíso. Ao invés disto estaremos dormindo. Onde? No pó do chão, ou como normalmente é chamado na Palavra “Sheol” ou “Hades”, o túmulo. Esta é a verdade contida na Palavra de Deus simples e fácil de entender.

Imortalidade da alma: a crença comum vs a Bíblia

A verdade que os mortos estão dormindo agora e voltarão à vida na ressurreição, infelizmente, não é o que a maioria dos Cristãos acredita e que pode ser resumida como segue:

“Uma pessoa é composta de corpo e alma. O corpo é o físico carne-sangue “couraça” que funciona como uma casa para a alma. A alma é a parte imaterial, a mente, os sentimentos, etc. Na morte a alma deixa o corpo e continua a viver conscientemente para sempre no céu ou no inferno.”

No artigo “corpo, alma e espírito” nós lidamos com a alma e o que ela é exatamente. Talvez não haja um resumo melhor para o significado da palavra hebreia (“nephesh”), traduzida como “alma” na Bíblia, do que aquela dada pelo dicionário Vine:

“Nephesh:” Essência da vida, o ato de respirar, tomar fôlego … O problema com a “alma” do termo Inglês é que nenhum equivalente real do termo ou a ideia por trás dele é representado na língua hebraica. O sistema Hebreu de pensamento não inclui a combinação ou oposição do “corpo” e “alma” da qual são de fato origens latinas e Gregas” (Dicionário Vine Completo de palavras do Antigo e Novo Testamento, 1985, p. 237-238, com ênfases).

“Nephesh” (ou “Psuchi” no Novo Testamento grego), alma, é, de acordo com a Palavra de Deus simplesmente um fôlego da vida. Gênesis 2:7 demonstra esta verdade claramente:

Gênesis 2:7“E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.[“nephesh” em hebraico]. ”

Veja que a Palavra não fala da alma como algo separado do corpo. “O homem foi feito alma vivente.” Cada um de nós que respiramos hoje é uma alma vivente. Quando dermos nosso último suspiro, não mais seremos almas viventes. Estaremos dormindo, sem consciência, e como pessoas que dormem profundamente não tem consciência.

Se adotarmos a definição que a Palavra de Deus nos dá para alma e não a versão “greco-latina”, como Vine a chama, não teremos então problemas quando entendermos que animais também tem alma.

Gênesis 1:20-21″ E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente [nephesh, alma]; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.”

e Gênesis 1:29-30″E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento. E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente [nephesh em hebraico], toda a erva verde será para mantimento; e assim foi.”

Obviamente não há nada metafísico na alma. Qualquer ser que respira, seja homem ou animal, é uma alma vivente. De onde vem então esta crença da imortalidade da alma? Isto é algo que veremos a seguir.

Imortalidade da alma: uma crença platônica

Em relação à origem da ideia da imortalidade da alma, Vine já nos deu algumas dicas a respeito: esta crença vem da filosofia grega, defendida especialmente por dois filósofos gregos: Platão e Sócrates. Platão, embora não seja o primeiro a defender a doutrina da imortalidade da alma, ele foi definitivamente o mais eloquente. Como Werner Jaeger da Universidade de Harvard diz:

“A imortalidade do homem era um dos credos fundamentais da religião filosófica do platonismo, que foi, em parte, adotada pela igreja cristã.” (Werner Jaeger, “As ideias gregas da imortalidade”, Revisão Teológica de Harvard, Volume LII, Julho 1959, Número 3, com ênfases).

Como a Enciclopédia Católica (Tópico: a escola platônica) também nos informa:

“A grande maioria dos filósofos cristãos até Santo Agostinho foram platônicos.”

O que Platão acreditava a respeito da alma? Platão era discípulo de outro filósofo grego, Sócrates. A obra de Platão “Fédon” é um diálogo no qual retrata a morte de Sócrates. Ele se passa no último dia de vida de Sócrates antes de ser executado, tomando cicuta. Como a Wikipédia diz: “um dos temas centrais no Fédon é a ideia da alma ser imortal”. Poderíamos considerar “Fédon” uma obra que suporta a crença de dois grandes filósofos gregos no assunto. Aqui estão algumas passagens desta obra “A alma é a semelhança do divino e imortal, e inteligível, e uniforme, e indissolúvel e imutável… Ela vai para o puro, eterno e imortal, e imutável, ao qual ela pertence…” (Fédon)E novamente:

“A alma, cuja atitude inseparável é a vida nunca admite vida oposta, a morte. Assim, a alma é destinada a ser imortal, e uma vez imortal, indestrutível … Não acreditamos que não existe tal coisa como a morte? Com certeza. E isso é qualquer coisa, mas a separação da alma e do corpo? E estar morto é a realização de tal separação, quando a alma existe em si mesma e se separa do corpo, e o corpo é partido da alma. Que é a morte …. A morte é apenas a separação da alma e do corpo.” (com ênfases)

Mais ainda:

“Alegrai-vos e não choreis minha partida…Quando colocar-me no túmulo, diga que está enterrando meu corpo, não minha alma.”

O que Platão e Sócrates dizem soa familiar? De fato, sim. Poderia ser o resumo da crença da maioria dos cristãos!

Como o historiador da igreja Philip Schaff diz:

“Platão dá destaque também para a doutrina de um estado futuro de recompensas e punições. Na morte, por uma lei inevitável do seu próprio ser, assim como pela nomeação de Deus, cada alma vai para o seu lugar, o gravitacional mal para o mal e do bem subindo para o bem supremo.” (A Nova Enciclopédia Schaff-Herzog de Conhecimentos Religiosos, artigo: platonismo e cristianismo).

Tudo parece de fato ter sido escrito por um pregador cristão contemporâneo. De fato, compare o que lemos sobre Fédon com o que a maioria dos pregadores célebres do Cristianismo Contemporâneo diz sobre nosso tema:

“….você é uma alma imortal. Sua alma é eterna e viverá para sempre. Em outras palavras, seu real “eu” – sua parte pensante, sentimentos, sonhos, desejos, o ego, a personalidade – nunca morrerá….sua alma viverá eternamente em um dos dois lugares – Céu ou inferno…Se somos salvos ou perdidos, há consciência e existência da alma e personalidade.” (Billy Graham, Paz em Deus, capítulo 6, parágrafos 25 e 28).

Agora compare isto com o que Deus e Seu arqui-inimigo, o diabo, diz em Gênesis 2 e 3:

Gênesis 2:16-17, 3:4“E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás… Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.”

A primeira coisa que foi ensinada ao homem é – embora caído – supostamente imortal era o diabo no jardim do Éden. Compare “certamente não morrereis” com a doutrina da imortalidade da alma. “Sua alma é imortal e viverá para sempre”, Billy Graham disse. Embora o respeite muito, a mesma coisa disseram também Platão e Sócrates. De acordo com eles: não uma morte real. “Certamente não morrereis”, sua alma apenas deixa o corpo e vive eternamente no céu ou no inferno, dependendo do que se tem feito”. Irmão, isto não é uma crença Cristã, é uma crença pagã, ensinada primeiro pelo pai da mentira no jardim do Éden.

Imortalidade da alma: Tyndale e Lutero

Vejamos agora o que dois grandes reformadores pensam sobre a doutrina da imortalidade da alma. Tyndale aquele grande reformador e reverenciado tradutor da Bíblia, que foi queimado na estaca, disse sobre a doutrina da imortalidade da alma, respondendo ao defensor Papal Thomas More :

“Ao colocar as almas que partiram no céu, no inferno, ou no purgatório, destruís os argumentos com os quais Cristo e Paulo provam a ressurreição. . . E ainda, se há almas no céu, por que elas não estão em uma boa posição como os anjos? Se a alma está no céu, dizei-me que motivo há para a ressurreição?… a fé verdadeira posta (estabelecida) a ressurreição, a qual somos advertidos a buscar a todo momento. Os filósofos pagãos, negando isto, declaram que as almas sim vivem. E o Papa une a doutrina espiritual de Cristo e a doutrina carnal dos filósofos, coisas tão contrárias que não tem como estarem de acordo. Não mais como o espírito e a carne no homem cristão. E por essa mentalidade carnal de um papa ao consentir uma doutrina pagã, portanto ele corrompeu a Escritura Sagrada para estabelece-la. (Resposta ao diálogo de Sir Thomas More (reimpressão Parker 1850), pp. 180, 181., com ênfases)

E disse também:

“Eu me maravilho de que Paulo não tenha reconfortado os Tessalonicenses com esta doutrina (da imortalidade da alma) se soubesse que as almas de seus mortos estavam em gozo, assim como ele sabia da ressurreição, que seus mortos viveriam novamente. Se as almas estão no céu, em estado de glória como os anjos, conforme sua doutrina, diga-me então para que a ressurreição” (Resposta ao diálogo de Sir Thomas More (reimpressão Parker 1850), pp. 118., com ênfases).

Mais ainda, Martín Lutero, o grande reformador Alemão, em resposta à mesma Bula de Leão X, classificou a imortalidade da alma como “opinião monstruosa”. Eis aqui o que ele disse:

“Contudo, permito ao Papa estabelecer artigos para ele mesmo e seus fiéis seguidores, tais como: Que o pão e o vinho são substanciados no sacramento, que a essência de Deus gera não é gerada, que a alma é a forma substancial do corpo humano, que ele (o papa) é o imperador do mundo e rei do céu e um deus terreno, que a alma é imortal, e todas essas monstruosidades sem fim…( Afirmação de todos os artigos de M. Lutero condenados pela última Bula de Leão X), artigo 27, Weimar edição das Obras de Lutero, vol. 7, pp 131, 132, com ênfases)

O estudioso Luterano Dr T. A. Kantonen (A esperança Cristã, 1594, p. 37), resumiu a posição de Lutero sobre a morte com essas palavras:

“Lutero, com grande ênfase na ressurreição, preferiu concentrar na metáfora da escritura do sono. “Pois assim como quem dorme e alcança o amanhecer inesperadamente ao acordar, sem saber o que aconteceu com ele, também devemos ser despertados de repente no último dia sem saber como entramos na morte e passamos por ela. Dormiremos, até que Ele venha e bata no nosso túmulo e diga, Doutor Martin, levante-se! Então ressuscitaremos prontamente com ele para sempre.”

Não poderíamos concordar mais com esses dois grandes reformadores. A morte é sem dúvida dormir. Não existe tal coisa de alma imortal. O conforto da Bíblia é NÃO o conforto da maioria dos pregadores dão nos funerais, ou seja, que a alma morta, supostamente está viva. Este foi o conforto de Platão e Sócrates ao ensinar seus alunos convertidos. (Eu lembro novamente a citação da Enciclopédia Católica: “A grande maioria dos filósofos cristãos até Santo Agostinho foram platônicos”.) Continuaremos a acreditar nisto ou voltaremos nossos ouvidos para o que a Palavra de Deus diz?

Imortalidade da alma: outras fontes, os fundadores da Igreja

A imortalidade da alma é algo contrário às escrituras e é também estabelecida pela enciclopédia Judaica que diz a esse respeito:

“A crença de que a alma continua existindo após a morte do corpo não está nos ensinamentos da Sagrada Escritura… a crença da imortalidade da alma vem de judeus que tiveram contato com os gregos, de modo especial sobre a filosofia da Platão e seus princípios, que foi conduzido por meio dos mistérios Órficos e Eleusianos dos quais os egípcios e babilônios foram estranhamente misturados.” (A Enciclopedia Judaica, artigo, “imortalidade da alma, com ênfases).

De modo similar a Enciclopédia Bíblica internacional diz:

“sempre fomos influenciados de certa forma pelas ideias gregas, platônicas de que o corpo morre, mas a alma é imortal. Tais ideias são completamente contrárias à consciência israelita e não relato disso no Antigo Testamento.” (1960, Vol. 2, p. 812, “Morte”)

Irmãos, a alma NÃO é imortal. A alma é apenas para dar vida ao corpo. Você respira. Você tem alma. Assim também para os animais: eles são almas viventes. Você morreu, não há mais alma. A esperança dos Cristãos se apoia em apenas uma única doutrina: a doutrina da ressurreição dos mortos. Quando Paulo foi para Atenas, a capital do filósofo grego, a casa de Platão e Sócrates, ele pregou: “Jesus e a ressurreição” (Atos 17:18). Desde então o conceito da imortalidade da alma de espalhou por toda Grécia. Mas Paulo não disse isso para reiterar a mentalidade da filosofia grega. Ao contrário, ele pregou a única doutrina verdadeira sobre o assunto: a doutrina da ressurreição. Paulo não comprometeria a verdade reiterando os filósofos e suas opiniões. De fato aqui está um alerta para todos a este respeito:

Colossenses 2:8“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.”

A palavra “filósofos” é a palavra usada em atos 17:18 para descrever os epicuristas e estoicos que ridicularizavam Paulo, porque ele estava pregando a ressurreição. É a palavra usada por Platão, Sócrates e todos os demais para descreverem a si mesmos. Eles eram filósofos e suas obras eram uma só: filosofia. Enquanto Paulo alertava: “cuidado para que ninguém vos prenda pela filosofia” – os fundadores da igreja – a maioria deles – foram capturados por ela. Por exemplo, o Dicionário Teológico Evangélico diz sobre a origem, os fundadores da igreja são descritos pela Enciclopédia Britânica como: “os teólogos e bíblicos mais importantes do início da igreja grega”.

“Especulação sobre a alma na igreja sub apostólica foi fortemente influenciada pela filosofia grega. Pode-se ver isto na aceitação da origem da doutrina platônica da preexistência da alma como mente pura (nous)…” (1992, p. 1037, “Alma”)

Aqui está o que a própria Origem escreveu:

“. . . A alma, tendo sua substância e vida em si mesma, deverá após sua partida do mundo, ser recompensada de acordo com que ela merece, ser destinada para obter uma herança de vida eterna e benção…ou ser mandada para o fogo eterno e punição…” (Padres pré Nicenos, Vol. 4, 1995, p. 240)”

Muitos dos fundadores da igreja, ao invés de rechaçar essas influências filosóficas, eles a cristianizaram, sendo enganados por elas e misturando-as com a verdade da Palavra com um erro da filosofia pagã. Veja o que Ackermann diz a respeito dos Padres da igreja grega, o mártir Justino:

“Justino foi como ele mesmo relata um admirador entusiasta de Platão antes de encontrar no Evangelho a satisfação plena que ele tinha procurado intensamente, mas em vão, na filosofia. E, embora o evangelho fosse infinitamente superior em seu ponto de vista do que a filosofia platônica, ainda assim ele considerava a filosofia como estado preliminar para o evangelho.” E do mesmo modo fizeram muitos escritores apologéticos ao se expressarem sobre Platão e sua filosofia.” (Ackermann, Das Christliche im Plato, chap. i., Hamburg, 1835; Eng. transl., The Christian Element in Plato, Edinburgh, 1861).

De fato a Enciclopédia Britânica descreve o mártir Justino como “o primeiro cristão a usar a filosofia grega no serviço da fé cristã”.

E como o historiador de igreja alemão Philip Schaff diz em sua Enciclopédia:

“muitos dos primeiros cristãos encontraram peculiar atração nas doutrinas de Platão, e as empregaram como armas de defesa e extensão do cristianismo, ou colocaram as verdades do cristianismo em um molde platônico. As doutrinas do Logos e da Trindade receberam a sua forma de Padres gregos, os quais, se não treinados nas escolas, foram muito influenciados, direta ou indiretamente, pela filosofia Platônica, particularmente no modelo Judeu-Alexandrino. Que os erros e corrupções penetraram na Igreja a partir desta fonte não pode ser negada… Entre os mais ilustres dos padres que foram influenciados por Platão, podemos nomear: Justino Mártir, Atenágoras, Teófilo, Irineu, Hipólito, Clemente de Alexandria, Orígenes, Felix Minúcio, Eusébio, Metódio, Basílio, o Grande, Gregório de Nissa, e Santo Agostinho.” (A Nova Enciclopédia de conhecimentos religiosos Schaff-Herzog, artigo: Platonismo e Cristianismo, com ênfases).

Imortalidade da alma: conclusão

Concluindo: a doutrina da qual afirma que alma dos mortos se separam de seu corpo e segue vivendo no céu ou no inferno, por que a alma e supostamente imortal, não é uma inovação Cristã. É algo que foi articulado por Platão e Sócrates, os quais por sua vez tiveram grande influência na maioria dos doutores da Igreja, do Mártir Justino até Agostinho. Esta doutrina pagã embora infundada na Bíblia e nos livros do Antigo Testamento, Jesus e os apóstolos foram colocados juntos com as ideias de outros filósofos gregos e renomeado de cristã. Esta doutrina platônica pagã substituiu a verdadeira esperança cristã em relação à morte: “a ressurreição ao soar da última trombeta, porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis.” (1 Coríntios 15:52). Portanto por que a ressurreição dos mortos é mantida como a doutrina da igreja, se afirmam que os mortos tornam-se imortais logo após a morte? Tyndale foi muito direto ao perguntar: “Se as almas estão no céu, em estado glorioso como anjos, conforme sua doutrina mostre-me para que a ressurreição”. A imortalidade da alma não é bíblica, pagã e essencialmente incompatível com a doutrina da ressurreição dos mortos: Não há na verdade nenhum sentido se o morto está vivo agora, pois ressurreição indica que estão vivos”. Como Paulo diz em I Coríntios 15:22-23):

“Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda.”

TODOS serão vivificados. Isto é futuro. A palavra ao dizer que SERÃO vivificados na vinda de Cristo, deixa claro que eles NÃO estão vivos agora. Tudo mais é mentira, independente se seu pastor, sua denominação ou sua santa igreja favorita lhes ensina isto.

Você e eu temos uma escolha a fazer: acreditaremos em Deus e sua Palavra, ou acreditaremos em Platão, Sócrates e o que eles trouxeram, por meio de seus discípulos para dentro da doutrina da Igreja? Você quer ser discípulo de Platão ou de Cristo? Fazer a escolha certa significa permanecer de pé contra a opinião popular (e acreditar na imortalidade é popular, estabelecida pela opinião da igreja) e arcar com as consequências. Mas cuidemos disto ou cuidemos da verdade? Importaremos com o que homens dizem ou sobre o que Deus nos diz a esse respeito? Como Paulo nos ensina:

2 Timóteo 2:15“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”

Manter ambas, a Palavra e nossas tradições neste caso não é possível. Uma das duas terá que sair e eu oro para que você faça a decisão correta de qual será.

 

Quais são as mais importantes perguntas na Bíblia?

São muitas, muitas perguntas na Bíblia. É difícil encontrar algo como o hebraico antigo e o grego koiné não usam erros – não pode simplesmente se pensar nos Manuscritos do Mar Morto e contar com alguns pontos de interrogação podem ser encontrados! Muitas vezes, é difícil saber o que é realmente uma pergunta. Entretanto, os livros bíblicos podem ser publicados e publicados em aproximadamente 3.300 perguntas na Bíblia. É simplesmente um resumo de algumas das perguntas mais importantes e mais importantes da Palavra de Deus. (Gênesis 3: 1) Esta é uma primeira pergunta na Bíblia e também uma primeira instância de questionar a Palavra de Deus. Satanás tenta Eva a duvidar da Palavra de Deus. Eva responde adicionando à Palavra de Deus: “… nem tocareis nele …” Deus disse para não comer da árvore. Ele nunca disse para não tocar o seu fruto. Adão e Eva respondem a uma pergunta de Satanás com uma desobediência à Palavra de Deus. Tudo começou com uma pequena pergunta “Onde estás?” (Gênesis 3: 9) Esta é uma primeira página feita por Deus na Bíblia. É claro que Deus exatamente como Adão e Eva estavam fisicamente. Uma pergunta foi para o seu benefício. Deus estava perguntando: “Você me desobedeceu. Será que as coisas saíram como você quer ou como previ?” A busca também é o coração de Deus, que é o coração de um pastor que busca os perdidos e a esperança de trazer para o rebanho. Jesus viria mais tarde “buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:10). ” Se faz algo que não vale a pena, então nós não podemos estar entendendo. Quando questionamos a justiça de Deus, é porque nosso senso de justiça está deformado. Quando dizemos: “Não entendo como um Deus justo e bom pode permitir isso,” é porque não entende corretamente o que significa ser um Deus bom e justo. Muitas pessoas têm uma maior compreensão do que o próprio Deus. “Ainda conservas na tua Igreja? Amaldiçoa a Deus e morre!” (Jo 2: 9) Todo o livro de Jô se resume a uma questão da esposa de Jó. Através de tudo, Jó manteve sua comunicação. Os seus “amigos” repetidamente dizem: “Você deve fazer algo realmente errado para Deus fazer isso com você.” Deus repreende that friends by atacarem Jó e a presunção da Sua soberana vontade. Então Deus repreende Jó, lembrando-lhe que Ele é perfeito em todos os seus caminhos. As muitas questões são incluídas na apresentação da grandeza de Deus: “Onde está, quando está nos fundamentos da terra?” (Jo 38: 4) “Morrendo o homem, porventura tornará a viver?” (Jo 14:14) Exceto o retorno de Cristo em nossas vidas, todos nós vamos ver um dia. Há vida após a morte? Todo mundo pondera essa questão em algum ponto. Sim, existe vida após a morte, e todo mundo vai experimentá-la. É simplesmente uma questão de onde existir. Será que todos os caminhos levam a Deus? De certa forma, sim. Vamos todos à frente de Deus depois da morte (Hebreus 9:27). Independente de qual o caminho que deseja um homem, ele vai encontrar-se com Deus após a morte. “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, 16-17). “Quem enviarei, e quem há de nós por nós?” (Isaías 6: 8) Uma resposta correta é feita por Isaías: “eis-me aqui, envia-me a mim”. Muito, é uma nossa resposta é: “Eis-me aqui, mas, Isaías 6: 8 é um verso muito popular usado em conexão a missao internacional. No entanto, no contexto, não houve pedido de consulta para o outro lado do planeta. Deus estava solicitando que alguém levasse seu mensagem aos israelitas. Deus queria que Isaías declarasse a verdade como as pessoas que viam todos os dias, o seu povo, a sua família, o seu vizinho, os seus amigos. “Senhor, até às vezes o meu irmão, a sua mãe, o seu eu ” (Mateus 18:21) O perdão é difícil. Um sugestão de Pedro de sete vezes parece bonito, para ele, soberbamente generoso. A resposta de Jesus foi determinada pelo nosso perdão normalmente é. Devemos perdoar porque Deus nos perdoou muito mais (Colossenses 3:13). Perdoamos não porque uma pessoa mereça. “Merecer” não tem nada a ver com a graça. Perdoando porque é uma coisa certa a fazer. Essa pessoa pode não merecer o nosso perdão, mas também não é merecida de Deus, e Ele nos perdoou mesmo assim. “Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo?” (Mateus 27:22) Esta foi uma pergunta de Pilatos para uma multidão reunida sem julgamento de Jesus. Sua resposta: “Crucifica-o!” A clamor de Davi! Bendito o que vem no nome do Senhor! Hosana nas Filho alturas! ” (Mateus 21: 9). This is not non a relaxed ea pressure social may change a opinião pública. Em Jerusalém do primeiro século, como pessoas que tiveram uma visão errante de Jesus e de Sua missão o rejeitaram; Então, hoje, como pessoas que chegam para a fé cristã com uma compreensão equivocada de Cristo é terminarão se afastando. When compartilhamos a nossa fé, temos de nos certificar de que estamos a encontrar com precisão quem é Jesus e fazer o que é o Cristianismo. “Quem é que é que eu sou? Mateus 16:15 Para obter uma maior pontuação, ele é um bom professor, uma resposta de Pedro: “És o Cristo, o Filho do Deus vivo”, é uma resposta correta (Mateus 16:16). “Que aproveita o homem ganhando o mundo inteiro e a perder sua alma?” (Marcos 8:36) Se o custo é uma coisa, então qualquer lucro – até mesmo todo o mundo – nada serve. Infelizmente, “nada” é uma grande maioria das pessoas se esforçam para obter – como coisas deste mundo. Perder a alma tem dois significados. Em primeiro lugar, o significado mais óbvio é que a pessoa perde sua alma por toda a eternidade, enfrentando a morte eterna no inferno. No entanto, enquanto estiver a ganhar o mundo inteiro, faça a sua própria vida de uma maneira diferente, durante esta vida. Você nunca vai experimentar uma vida abundante que está disponível através de Jesus Cristo (João 10:10). Salomão buscou prazer e não negou nada a si mesmo. No entanto, ele disse: “… eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, Quando alguém pode nascer, sendo velho? É claro que não pode entrar pela segunda vez no ventre de sua mãe e renascer! ”(João 3: 4) As pessoas hoje ainda não compreendem o que é novo de novo. Uma mulher que está começando a pensar em algo novo, No entanto, não há também todas as implicações do termo. Tornar-se um cristão – nascer de novo – é começar uma vida inteiramente nova. É sair da morte espiritual de vida espiritual (João 5:24). É se tornar uma nova criação (2 Coríntios 5:17). Nascer de novo não está disponível na sua vida já existente; é radicalmente substituí-la. “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja uma graça mais abundante? ”(Romanos 6: 1) Somos salvos pela graça (Efésios 6: 8). Quando colocamos a nossa fé em Jesus Cristo, todos os nossos amigos são celebrados e temos uma garantia de vida eterna no céu. A salvação é um dom da graça de Deus. Isso quer dizer que um aluno pode viver de qualquer jeito que queira e ainda ser salvo? Sim. Mas um calor não vai viver “de qualquer jeito que queira.” Um cristão tem um novo Mestre e não serve mais um si mesmo. Um tutorial vai crescer espiritualmente e progressivamente na nova vida. A não é uma licença para pecar. O pecado deliberado e sem arrependimento zomba da vida e a liderança das perguntas sobre a vida humana em pessoa (1 João 3: 6). Sim, há momentos de fracasso e rebelião na vida de um cristão. E, não, perfeição, qualquer outro pecado não é possível deste lado da glória. Entretanto, o amor é gratidão pela graça de Deus, e não tira vantagem dela. O balanço é feito nas palavras de Jesus à mulher apanhada em adultério. Depois de se recusar a condenar, “vai e não peques mais” (João 8:11). “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31) Os filhos de Deus têm de enfrentar uma contestação neste mundo (João 15:18). O diabo e seus demônios se opõem a nós. Muitas pessoas no mundo se opõem a nós. As filosofias, valores e prioridades do mundo se opõem a nós. Em termos de nossas vidas terrenas, podemos ser superados, derrotados e até mortos mortos. No entanto, em termos da eternidade, Deus nos prometeu a vitória (1 João 5: 4). Qual é o pior que poderia nos acontecer neste mundo? A morte Para quê que são nascidos de Deus, o que acontece depois da morte? Eternidade no lugar mais glorioso que se imaginar. As perguntas feitas por homens que buscam a verdade, por escarnecedores, por pessoas desanimadas e pelo próprio Deus. Não tem medo de fazer perguntas, apenas é necessário para aceitar uma resposta que o Senhor enviar. o que acontece depois da morte? Eternidade no lugar mais glorioso que se imaginar. As perguntas feitas por homens que buscam a verdade, por escarnecedores, por pessoas desanimadas e pelo próprio Deus. Não tem medo de fazer perguntas, apenas é necessário para aceitar uma resposta que o Senhor enviar. o que acontece depois da morte? Eternidade no lugar mais glorioso que se imaginar. As perguntas feitas por homens que buscam a verdade, por escarnecedores, por pessoas desanimadas e pelo próprio Deus. Não tem medo de fazer perguntas, apenas é necessário para aceitar uma resposta que o Senhor enviar.

Reconstruído o templo

Livro de Ageu – Cap. 1 – Reconstruindo o TemploRECONSTRUINDO O TEMPLO

INTRODUÇÃO: Ageu é um dos profetas considerados “menores”. Tanto Ageu quanto Zacarias iniciaram seus ministérios no segundo Ano do Rei Dario (520 a. C.), tanto os reinos da Assíria e Babilônia saíram de cena, e o Império que rege e governa é a Persa. Os acontecimentos deste livro envolve o período pós-cativeiro, os judeus voltaram do exílio (cativeiro 70 anos) sob decreto do rei Ciro da Pérsia em 538 a.C (Is. 45, Ed 1.1-2 e 2 Cr. 36.22-23).No segundo ano da sua vinda do exilio em 536 a.C lançaram os fundamentos do templo (Ed 3.8-13), mas as oposições externas e desencorajamentos internos fizeram com que eles abandonassem o projeto durante 16 anos (Ed 4.1-4).

Somente em 520 a.C, depois de 16 anos de abandono, se levanta os Profetas Ageu e Zacarias enviados por Deus para exortar (Ag 1) e encorajar (Ag 2) o povo a voltar a reconstrução do templo em Jerusalém qual é tema principal deste livro, “reconstruindo o Templo”, pois o povo que voltará estavam mais preocupados em refazer suas casas com luxo, do que reconstruir a casa de Deus que estava em ruínas, este era o motivo e o propósito de estarem ali..Deus vem nos ensinar e chamar a atenção, do que é a verdadeira prioridade na vida de um Cristão, e encorajar a não abandonar e deixar de lado a Sua obra, e também em todos os segmentos da nossa vida.

O livro de Ageu constitui de 4 mensagens proféticas ao longo dos 2 capítulos.TEMA do Livro: Reconstruindo o TemploAgeu sig.: “Festivo”.DA ALEGRIA PARA A FRUSTRAÇÃO (Ed. Cap. 3 e 4)Voltaram do cativeiro, da disciplina do SENNHOR, estavam alegres e motivados, e começaram a obra da casa de Deus, mas esta alegria durou pouco e logo a alegria virou frustração, desânimo e a obra ficou parada por quase 16 anos.Demonstrando que o homem é responsável pelos seus atos mesmo quando a promessa é feita e irá se cumprir.

Ed Cap. 3 – ALEGRIA E CHORO DE UM NOVO RECOMEÇO (lançando os fundamentos do templo)“… lançaram os alicerces do templo da Casa do SENHOR,…” Ed 3.10.“Porém dos sacerdotes, e levitas, e cabeças de famílias, já idosos, que viram a primeira casa, choraram em alta voz quando à sua vista foram lançados os alicerces desta casa; muitos, no entanto, levantaram as vozes com gritos de alegria.” Ed 3.12.“De maneira que não se podiam discernir as vozes de alegria das vozes de choro do povo; pois o povo jubilava com tão gritos, que as vozes se ouviam de mui longe.”

Ed 3.13.APLICAÇÃO: quando uma pessoa começa a fundamentar sua vida totalmente na palavra, ela tem sede e fome da palavra, assim também uma pessoa recém-convertida. Permanecer perseverante foi o problema do povo, e assim é conosco também quando o inimigo vem roubar nossa alegria querendo tirar o prazer das coisas de Deus e fazer parar a obra.

Ed Cap. 4 – DESANIMO, FRUSTRAÇÃO E INQUIETAÇÃO (A obra é parada pelos inimigos)Ed 4.4-5; 24 e Ne 4.9; 13; 16-17.“Então, as gentes da terra desanimaram o povo de Judá, inquietando-o no edificar; vs5 alugaram contra eles conselheiros para frustrarem o seu plano, todos os dias de Ciro, rei da Pérsia, até ao reinado de Dario, rei da Pérsia”. Ed 4.4-5.“Cessou, pois a obra da Casa de Deus, a qual estava em Jerusalém; e isso até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia”.

Ed 4.24.OBSERVAÇÃO: situações do exterior: palavras de desânimo, inquietação e frustração vindas do inimigo.Situações do interior: desencorajamento e falta de constância e perseverança dos lideres que afetou todo povo.

APLICAÇÃO:Qual é a obra que está parada em sua vida? Na igreja o que está parado e o que precisa ser mudado? Liderança e membros. Fazer contraste com interior e exterior da igreja.No profissional, nos estudos, o crescimento espiritual parou?Permanecer constante, perseverar. Haverá situações exteriores que o inimigo vira para nos desanimar, inquietar e frustrar nossos planos, a questão é: eu não posso deixar que este mal exterior afete o meu interior ao ponto de me amedrontar e desencorajar.

ESTABELEÇA UMA ESTRATÉGIA.Neemias diferente de Zorobabel o governador e Josué o sumo sacerdote, (lideranças da época), desenvolveu estratégias para vencer a oposição, e em nenhum momento cessou a obra.“Porém nós oramos ao nosso Deus e, como proteção, pusemos guarda contra eles, de dia e de noite. Ne 4.9“então pus o povo, por famílias, nos lugares baixos e abertos, por detrás do muro, com as suas espadas e as suas lanças, e os seus arcos”. Ne 4.13“Daquele dia em diante, metade dos meus moços trabalhava na obra, e a outra metade empunhava lanças, escudos, arcos e couraças; e os chefes estavam por detrás de toda a casa de Judá;” Ne 4.16“O povo desanimado e amedrontado ficou parado esperando por 16 anos; preciso permanecer constante, perseverar naquilo em que fui chamado. Até quando vou ficar esperando e tomar coragem p/ enfrentar e receber (cumprir) a promessa?”“Desenvolva uma estratégia”.

EXORTAÇÃO (Primeira mensagem) Ag 1.1-15.Por que não recomeçaram a obra? Reconsiderem o vosso passado, vejam quais tem sido suas prioridades?QUAL TEMPO ESTÁ VIVENDO?“Assim fala o SENHOR dos Exércitos: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a Casa do SENHOR deve ser edificada”.

Ag 1.2.OBSERVAÇÃO: Por que não recomeçaram a obra? Porque estavam dando desculpas de que ainda não era tempo. Passado os 16 anos se levanta os profetas Ageu e Zacarias para os exortarem a voltar a construção.APLICAÇÃO: Preciso recomeçar e não dar desculpas, e reconhecer o tempo que vivo em minha vida.

QUAL A TUA DESCULPA?Deus pode estar colocando pessoas (profetas) para exortar você, chamar sua atenção, para sair do comodismo. Será que estamos a mais de 16 anos parado no tempo, dando desculpas para não recomeçar a obra, ou o trabalho, em todos segmentos da nossa vida.“Jamais conheci um homem que fosse bom em invertar desculpas e que também fosse bom em alguma coisa”.

Billy SundayRECONHEÇA (DISTINGA, CARACTERIZE) O TEMPO QUE ESTÁ VIVENDO.Judá não entendeu o prpósito da volta deles para jerusálem, era tempo de edificação, de reconstrução de uma nova vida ao lado do seu Deus, era de tempo crescer. Era tempo de olhar para o interior e não para o exterior.Qual é o tempo em que você está vivnedo: Ec 3 –é tempo de plantar ou colher, vs 2é tempo de edificar ou derribar? Vs 3Tempo de abraçar ou tempo de afastar-se de abraçar? Vs 5Tempo de buscar ou tempo de perder? Vs 6“o coração do sábio conhece o tempo e o modo. Vs 6 Por que para todo propósito há tempo e modo.

Ec. 8.5-6QUAL A TUA PRIORIDADE? (Ag 1.4).“Acaso, é tempo de habitardes vós em casas apaineladas, enquanto esta Casa permanece em ruínas?” Ag 1.4.OBSERVAÇÃO: a prioridade é Deus estar em primeiro lugar, no centro de nossa vida, governando e reinando em todas as áreas.“Buscai, pois em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.

Mt 6.33.APLICAÇÃO:“Quando Deus está no centro da minha vida, isto não exclui minhas responsabilidades, sou totalmente responsável pelos meus atos e minhas ações”.“Subi ao monte, trazei madeira e edificai a casa”. Ag 1.8, Deus não disse que iria cair do céu o templo reconstruído, pelo contrario, subam, contem a madeira e edifiquem a casa.Ex: ministérios etc..CONSIDERE O SEU PASSADO (Ag 1.5-7).“Ora, pois, assim diz o SENHOR dos exércitos: Considerai o vosso passado”.“Assim diz o SENHOR dos exércitos: considerai o vosso passado”. Ag 1.5-7.OBESERVAÇÃO: Por duas vezes Deus chama a atenção do povo, considerem o seu passado. Eles haviam acabado de sair do cativeiro (disciplina) e não estavam tão preocupados com sua situação.

APLICAÇÃO:Estou agindo como criança rebelde (birrenta) que não atende disciplina?“Como uma criança que acaba de sair do castigo, sai e comete o mesmo erro, assim é Israel com seu Deus”.PARA REFLITIR: Posso olhar minha vida presente e ver as consequências do meu passado? Sejam boas ou más.A OBRA É RECOMEÇADA (depois de 16 anos) – (Ag 1.12-15).

ATENDA A VÓZ DO SENHOR.“Então Zorobabel….., Josué…sumo sacerdote, e todo o resto do povo atenderam à voz do SENHOR, seu Deus, e às palavras do profeta Ageu, as quais o SENHOR, seu Deus, o tinha mandado dizer; e o povo temeu diante do SENHOR”. Ag 1.12.OBSERVAÇÃO: depois de muito custo, muita exortação, palavras de encorajamento e ânimo, o povo atendeu a voz do Senhor.fazer um paralelo entre Ed Cap 5 e Ag 1.12-15.

Ed Cap. 5 – EXORTAÇÃO E ENCORAJAMENTO DOS PROFETAS AGEU E ZACARIAS (A obra é recomeçada depois de 16 anos parados).“Ora os profetas Ageu e Zacarias…, profetizaram aos judeus que estavam em Judá e Jerusalém…” Ed 5.1“… e começaram a edificar a Casa de Deus…, e com eles, os referidos profetas de Deus, que os ajudavam.”

Ed 5.2.APLICAÇÃO:DAI-ME SENHOR OUVIDOS SENSÍVEIS A SUA VOZ;ATENDER É FAZER A SUA VONTADE.DESPERTE PARA A OBRA.“O SENHOR despertou o espírito de Zorobabel,… governador de Judá, e o espírito de Josué, … o sumo sacerdote, e o espirito do resto de todo o povo; eles vieram e se puseram ao trabalho na Casa do SENHOR dos Exércitos, seu Deus,…” Ag 1.14.“Desperta, ó tu que dormes….” Gl 5.14OBSERVAÇÃO: um povo que estava a 16 anos parados no tempo, precisavam de um despertamento, avivamento para recomeçar.

APLICAÇÃO:“Desperte para a obra, ministérios, desperte para a vida pessoal (profissional); Esforça-te para conquistar, crescer em todos os segmentos da sua vida, (material e Espiritual).”“Considere o teu PASSADO, o TEMPO em que vive e a PRIORIDADE em que está dando em sua vida, não espere que nada venha cair do céu, pois Deus está nos ensinando que as outras coisas vos serão acrescentadas, através do esforço e lutas.”“Eu quero recomeçar a obra que está parada, exorta-me Senhor para sair do comodismo e dai-me força e coragem para recomeçar de onde estou parado, seja na tua obra ou na minha vida pessoal.”“Eu quero recomeçar.”